A malvada Federação do Comércio, dirigida por Nute Gunray (Carson) planeia assumir o pacífico mundo de Naboo. O Jedi Qui-Gon Jinn (Neeson) e Obi-Wan Kenobi (McGregor) são enviados para confrontar os líderes. Mas nem tudo vai conforme o plano. Os dois Jedis escapam, e em conjunto com o seu novo amigo Gungan, Jar Jar Binks (Best) avançam para Naboo para advertir a Rainha Amidala (Portman), mas droids já começaram a capturar Naboo e a Rainha não está segura aí. Eventualmente aterram em Tatooine, onde se tornam amigos dum jovem rapaz conhecido como Anakin Skywalker (Lloyd). O Qui-Gon está curioso sobre o rapaz, e antevê um brilhante futuro para ele. Agora o grupo deve encontrar uma maneira de chegar a Coruscant e finalmente resolver esta disputa de comércio, mas há outra pessoa escondendo-se nas sombras. Estão de fato os Sith extintos? Será que a Rainha é quem ela realmente diz que é? E o que de tão especial existe sobre este jovem rapaz?
Tempo de execução: 136 minutos
Data de lançamento 01/10/1999
TrueOrçamento: $115,000,000.00
Receita: $924,317,558.00
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Slogan: Cada geração tem uma lenda. Toda jornada tem um primeiro passo. Toda saga tem um começo.
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**O filme é bom e ainda merece parabéns, mas apresenta falhas importantes.** Este filme, lançado mais de dez anos após o último filme da trilogia original, marca o início da segunda trilogia da Star Wars, uma prequela dos filmes originais. Se a primeira trilogia foi a história de Luke Skywalker, a segunda é a de Darth Vader. Neste filme, dirigido e escrito por George Lucas, tem a participação de Liam Neeson, Ewan McGregor, Natalie Portman, Jake Lloyd, Ian McDiarmid, entre outros atores. Este é um filme que começa uma nova trilogia mas está cheio de falhas, com um único culpado: George Lucas. Ele assegura roteiro e direcção mas parece tão preocupado com a acção e os efeitos especiais que se esqueceu de tudo o resto. O roteiro até é razoável, a ligação que faz com os filmes anteriores, embora remota, é credível. No entanto, dá demasiada importância a coisas que não importam (como a corrida onde participa Anakin) e ignora eventos que, se tivessem sido desenvolvidos, fariam o filme mais interessante. É o caso da invasão de Naboo, que devia ter sido mais dramática e que Luke escolheu observar com frieza, das janelas de um palácio, como uma parada militar. Outra falha é a concepção das personagens. Lucas pegou em todo o lado emocional e psicológico de cada uma e esvaziou-as. Personagens há, inclusive, que não deviam existir pois não têm qualquer relevância para a trama (como Sebulba, uma má tentativa de criar um vilão). A paixão de Amidala e Anakin, que devia ter sido avassaladora, dificilmente ultrapassa uma pudica troca de olhares. É um filme com muita acção mas uma enorme timidez emocional, incapaz de fazer o público derramar uma lágrima. O público vê e aprecia, mas não se liga emocionalmente às personagens. E o que dizer de Jar Jar? Há imensa gente que o odeia, mas sejamos sinceros: é uma personagem minimamente bem desenvolvida que faz com que ninguém lhe seja indiferente. Podemos gostar dele ou não e somos livres de o fazer, há prós e contras suficientes para dar argumentos a ambas as opiniões. Mas é uma das mais bem desenvolvidas personagens deste filme. Isso não há como duvidar. Então se, por algum motivo, os actores não pareciam estar muito inspirados neste filme, podemos culpar Lucas, pois os actores fizeram o que lhes foi pedido. As cenas de acção e efeitos especiais merecem aplausos e são o grande ponto forte do filme. As novas tecnologias permitiram fazer maravilhas que eram inacreditáveis na época do primeiro filme. Os trajes, a caracterização e os cenários também merecem parabéns. A banda sonora não foi excelente mas a edição e os efeitos sonoros foram ao mais alto nível, levando a uma indicação para o Óscar de Melhor Som, Melhores Efeitos Sonoros e Melhores Efeitos Visuais.